Um olhar sobre o curso EFA de Manicura e Pedicura em funcionamento no Centro de Formação IDEIA XXI, Paços de Ferreira

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A depilação é a maneira mais rápida e fácil  de deixar a pele lisa, mas o que poucas pessoas sabem é que é um método muito antigo. Ainda que os pêlos sirvam de protecção para o corpo, também se tornou numa questão de higiene e estética não deixar crescer os pêlos.

A história revela-nos que 1500 a.C. os homens removiam os pêlos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimónio.

Os romanos também se referem a composições depiladoras, algumas das quais continham soda cáustica como ingrediente destacado.

O uso da própolis remota aos tempos da civilização Egípcia, a qual tinham na medicina um de seus expoentes culturais.

A própolis, substância derivada das resinas e colhido pelas abelhas, já eram usadas naquele tempo com qualidades anestésicas e cicatrizantes em cirurgias em que os médicos egípcios eram mestres.

Da mesma forma, o Alcorão cita um isolador chamado própolis, assim como o império dos incas(antes da invasão colonizadora espanhola) a própolis era conhecida como remédio contra febre e inflamação.

Por ser um produto essencialmente natural, livre de reacções colaterais para quase todas as pessoas, seu uso foi difundido em todo Mundo, sendo cada dia mais solicitado por suas inegáveis qualidades terapêuticas.

A própolis colhida pelas abelhas é composta por:

  • 50 a 55% de resinas com Bálsamo de composição aromática;
  • 25 a 30% de cera a 5 a 10% de pólen.
  • 5 a 10% de Óleos entéricos além de gorduras, ácidos orgânicos. Vitaminas de complexo B, C, E, H, provitamina A, flavonóides, galangina e pinocembrina, antibióticos e enzimas.

A própolis é uma substância resinosa colhida pelas abelhas nos botões das flores, brotos e casca de árvores. Entre outros usos, as abelhas utilizam a própolis para garantir a pureza e higiene do seu habitat.

Segundo alguns pesquisadores, a rainha Cleópatra já tirava os pêlos indesejáveis com faixas de tecidos finos banhados em cera quente, técnica essa que ainda é utilizada nos actuais salões de beleza com a chamada cera egípcia.

Em 2000 a. C., as mulheres gregas arrancavam os pêlos com as mãos, ou queimavam-nos com cinzas quentes sobre a pele. A dor era tanta que as sacerdotisas dos templos de Creta ingeriam uma bebida forte, que entorpecia o corpo. Uma espécie de anestesia que evitava assim o sofrimento.

O primeiro instrumento usado na depilação data do tempo da Grécia antiga  e chamava-se Estrigil,  instrumento posteriormente adoptado pelas mulheres romanas, que consistia numa varinha de 16 a 30 centímetros de comprimento com a ponta curva. As mulheres passavam no corpo uma pasta à base de vegetais, cinzas e a argila, raspando posteriormente a pele com o Estrigil.

Ao longo dos anos, os pêlos foram sempre considerados algo de supérfulo. E até de repugnante e maléfico, no caso das mulheres muçulmanas, que tinham como hábito depilar o corpo todo. Elas usavam um xarope espesso, composto de açúcar e sumo de limão, que, diziam, ajudava a extrair os pêlos.

Os egípcios foram, por seu turno, os primeiros a utilizar o extrato de sândalo, a argila e a cera de abelha, ingredientes que dariam origem à depilação com cera quente tão em voga entre nós. É no século XX,  porém, que a depilação se torna uma questão de higiene, bom gosto e elegância. Nos anos 20 e 30, a depilação era apenas feita nas pernas, enquanto a zona púbica não era delineada, nem tão pouco as axilas. No início da segunda metade do século, a depilação das axilas  é a grande conquista, generalizando-se a prática da depilação.

Apenas as mulheres naturistas mantém tudo …ao natural. Finalmente, nas duas últimas décadas, a adesão passa a ser total, sendo a depilação feita em quase todas as partes do corpo e agora até os homens estão a aderir!!

publicado por Efa Manicura e Pedicura às 16:45

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