Um olhar sobre o curso EFA de Manicura e Pedicura em funcionamento no Centro de Formação IDEIA XXI, Paços de Ferreira

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Nov 10

No Egipto entre 3100 a 3500 A.C., as egípcias tingiam as unhas. Naquela época os vernizes eram feitos de goma-arábica: clara de ovo, gelatina e cera de abelhas. De secagem lenta, a película que se formava sobre a unha absorvia a poeira e saía com facilidade.

No princípio, as cores eram o preto e a base de henna. Com o tempo, as cores foram-se aclarando, passando a usar-se tons castanho-claros. A partir do momento que os tons castanho-claros  surgiram, as cores do verniz passaram a indicar a classe social do indivíduo: os tons claros eram usados por mulheres de classes mais baixas e os tons intensos, pela nobreza.

Um exemplo desta diferenciação ocorreu durante o reinado de Cleópatra. A rainha, que não era tão bela assim, criou uma lei determinando que ela seria a única autorizada a usar unhas pintadas de vermelho, segundo a história, uma severa punição poderia ser aplicada para quem desobedecesse à sua ordem, a infractora podia até ser executada.

Outra rainha egípcia, Nefertiti, poderosa e conhecida pela sua beleza, também era fã de vermelho e pintava as unhas das mãos e pés com a cor da pedra mais desejada: o Rubi.

Com essas influências a civilização do Império Romano passou a valorizar ainda mais o cuidado com as mãos e o polimento das unhas começou a ser difundido. Geralmente o polimento ele era feito com materiais abrasivos.

Já na China antiga (3000 A.C.), as unhas compridas eram veneradas e eram sinónimo de nobreza. Os guerreiros, em demonstração de poder e coragem, pintavam as unhas de preto antes de partirem para a batalha.

Saltando para a idade moderna, em 1800 D.C., as unhas femininas apresentavam-se curtas, moldadas a lima, levemente arredondadas e discretas.

Na Europa, o médico “dos pés”, Dr. Sitts, desenvolveu o primeiro instrumento de manicura, muito utilizado até hoje: o pau de laranjeira. Com este instrumento, a cutícula podia ser empurrada suavemente para trás sem a ferir. Antes deste instrumento, a cutícula era removida com todo o tipo de material, com ácidos ou, ainda, com tesouras.

Anos mais tarde, a sobrinha de Dr. Sitts, apresentou um novo método de cuidados para as unhas e iniciou palestras sobre como tratar a cutícula e as unhas. Surgiram, então, os primeiros salões de manicura.

Já em 1900, era comum usar-se tesouras e limas metálicas para dar forma às unhas. Para polir, eram usados cremes, colorantes e pós. Já havia o modelo pioneiro de verniz de unha como o que conhecemos hoje. Este verniz era aplicado com um pincel de pêlo de camelo, no entanto, não permanecia mais que um dia nas unhas.

Mais tarde, foi fundada a primeira empresa de produtos de manicura em Nova York.  A empresa produzia a famosa lixa metálica que se tornou um produto básico para o tratamento de manicura.

Em 1925, foi lançado o primeiro verniz de unhas transparente e em tons rosado.

Na década de 1970, começou a era dos esmaltes sintéticos.

Finalmente, em 1980 os vernizes acrílicos são sucedidos pelos vernizes de “ fiber glass ”. A decoração das unhas não é mais limitada aos vernizes. Pedras preciosas e vários acessórios entraram em uso. Surgiu, então, a profissão.

 

 

 

Trabalho realizado no módulo: Cuidados práticos das mãos e unhas por:

  • Clarisse Pacheco
  • Fátima Machado
  • Fernanda Cruz
  • Odete Alves
publicado por Efa Manicura e Pedicura às 12:16

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